Por : Mayara RibeiroFaz pouco tempo. Aprendi que a liberdade de escolha é uma forma de amor saudável. Acho bonito o amor que não obriga ser retribuído, não cobra nem pressiona. Acho feio reclamar que você está preso a um namoro ou casamento se foi você mesmo quem o escolheu e o quis. E acho mais feio ainda não assumir suas escolhas e trair ou ter ataques de ciúmes sem sentido. Assumo: já tive muitos desses ataques e também já fui traído, eu acho - aliás -, acho não, na verdade tenho absoluta certeza. Sei bem o que passei em um formoso relacionamento, digamos assim. Mas o tempo, cuidadoso como só ele sabe ser, fez eu aprender a questionar minhas atitudes e escolhas. Eu entendi o que queriam dizer com “não escolhemos as pessoas que amamos” e decidi que posso escolher as maneiras que vou amá-las: livres. Às vezes liberdade pode rimar com desinteresse e aí fica tranquilo, porque eu vou escolher te contar que o meu amor mudou de lugar. Ele já mudou sim, mas nunca de lugar. Acho que escolheu ficar. #rs. […] Eu quero que você me veja não como uma pessoa qualquer, mas como a única pessoa capaz de te fazer sorrir, como a única que possa te fazer rir sem motivo, como a única que sempre estará do seu lado, como a única que nunca vai te abandonar, como a única que sempre vai te amar. Eu quero que você sinta que nada faz sentido sem mim, quero que você me veja em outras pessoas, quero que você pense em mim antes de dormir, quero que você lembre de mim o dia inteiro. Quero que, quando ouvir uma música, lembre-se de mim. Quero que você sonhe comigo, que nos imagine juntos. Quero que você lembre das nossas conversas, que pense no que deveria ter dito, no que deveria ter feito. Eu preciso que você fique comigo, preciso de você, preciso que você precise de mim. Preciso que você prometa que sempre vai me amar e que nunca largará minha mão.
terça-feira, 1 de novembro de 2011
Imagina que te sussurro estas palavras.
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